Uma Reflexão sobre a Justiça Divina: a Parábola dos Trabalhadores da Vinha

A reflexão dessa semana é sobre a bondade e a justiça do nosso Senhor Deus.

Com a parábola dos trabalhadores na vinha, Jesus nos ensina que devemos olhar além da visão humana e mesquinha sobre os acontecimentos.

Em muitas situações, consideramos o mundo injusto, que devemos ter mais do que outras pessoas, que merecemos mais do que recebemos. De fato, em alguns momentos podemos trabalhar mais, nos dedicar mais e aparentemente receber o mesmo que outros que se esforçaram menos. Mas devemos sempre confiar em Deus e enxergar a justiça das situações com sabedoria, sem  deixar que a inveja domine nossos corações.

Temos que cuidar de nossos pensamentos e nossas ações para não erramos ao julgar Deus como injusto, considerando que Ele não pode distribuir sua bondade como desejar sobre cada um de nós.

Então vamos à leitura da parábola?

Mateus 20:1-16

“Pois o reino dos céus é semelhante a um proprietário que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. Feito com os trabalhadores o ajuste de um denário por dia, mandou-os para a sua vinha. Tendo saído cerca da hora terceira, viu estarem outros na praça desocupados e disse-lhes: Ide também vós para a minha vinha e vos darei o que for justo.

Eles foram. Saiu outra vez cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo. Cerca da undécima, saiu e achou outros que lá estavam e perguntou-lhes: Por que estais aqui todo o dia desocupados. Responderam-lhe: Porque ninguém nos assalariou. Disse-lhes: Ide também vós para a minha vinha.

À tarde disse o dono da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos e acabando pelos primeiros. Tendo chegado os que tinham sido assalariados cerca da undécima hora, receberam um denário cada um.

Vindo os primeiros, pensavam que haviam de receber mais; porém receberam igualmente um denário cada um. Ao receberem-no, murmuravam contra o proprietário, alegando: Estes últimos trabalharam somente uma hora e os igualaste a nós, que suportamos o peso do dia e o calor extremo.

Mas o proprietário disse a um deles: Meu amigo, não te faço injustiça; não ajustaste comigo um denário? Toma o que é teu, e vai-te embora; pois quero dar a este último tanto como a ti. Não me é lícito fazer o que me apraz do que é meu?

Acaso o teu olho é mau, porque eu sou bom? Assim os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos.”